Hoje é o Dia Europeu do 112

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Saiba mais em http://europa.eu/youreurope/citizens/travel/safety/emergency/index_pt.htm.

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Quo Vadis Suiça?

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Os suiços votaram pelo fim do acordo de livre circulação com a União Europeia, lançando incertezas sobre o futuro das relações entre os imigrantes e a população local. Desde a entrada em vigor da livre circulação, em 2002, chegaram anualmente à Suíça 80 mil pessoas dos Estados-membros da UE, situação que os suiços querem alterar, de acordo com os resultados do referendo de ontem. Esta decisão tem enormes implicações para a comunidade portuguesa ali residente, mas demonstra igualmente que o peso dos grupos nacionalistas tem vindo de facto a aumentar na Europa. Com as eleições europeias à porta, é de prever que o próximo Parlamento Europeu venha a contar com uma maior participação de elementos destes grupos em Estrasburgo e em Bruxelas entre 2014-2019.

Milhares de imagens da Revolução Francesa digitalizadas e disponibilizadas online

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Cerca de 14 mil imagens da Revolução Francesa, no final do século XVIII, foram digitalizadas e encontram-se agora disponíveis para consulta on-line. Trata-se de um projecto inovador, que resulta de uma parceria entre a Biblioteca Nacional de França e as Bibliotecas da Universidade de Stanford. Para ver em http://frda-stage.stanford.edu/en/images.

Comissão Europeia apresenta relatório sobre corrupção – o que diz o documento sobre Portugal

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A Commissão Europeia apresentou ontem pela primeira vez o relatório anti-corrupção no espaço da UE. O documento contém uma descrição pormenorizada da situação da corrupção em cada Estado-Membro, indicando as medidas que estão em vigor, quais estão a funcionar bem e as que precisam de ser melhoradas. No caso de Portugal, a situação é aqui resumida:

Em Portugal, apesar de terem sido implementadas várias iniciativas de luta contra a corrupção ao longo da última década, incluindo nova legislação, não existe uma estratégia nacional de luta contra a corrupção em vigor. Além disso, o exercício efetivo da ação penal nos casos de corrupção de alto nível continua a ser um desafio. No relatório hoje publicado, a Comissão Europeia sugere que Portugal assegure que as autoridades coercivas, o Ministério Público e os tribunais estão bem preparados para lidar eficazmente com os processos de corrupção complexos e apresenta um registo de resultados comprovados nos processos de corrupção. Devem ser tomadas mais medidas preventivas contra as práticas de corrupção no financiamento dos partidos e estabelecidos códigos de conduta aplicáveis aos funcionários públicos eleitos. A Comissão sugere também que sejam realizados esforços suplementares para responder adequadamente aos conflitos de interesses e para divulgar o património dos funcionários a nível local. A transparência e os mecanismos de controlo dos procedimentos de adjudicação de contratos públicos devem ser reforçados. Além disso, Portugal deve identificar os fatores de risco de corrupção nas decisões de planeamento urbano local.

Paralelamente a uma análise da situação em cada Estado-Membro da UE, a Comissão Europeia apresenta também duas extensas sondagens de opinião. Mais de três quartos dos cidadãos europeus e um total de 90 % dos portugueses concordam que a corrupção é generalizada no seu país de origem. No entanto, Portugal regista melhores resultados do que a média da UE; quando os cidadãos são questionados quanto à sua experiência direta de corrupção, menos de 1 % dos portugueses afirmam que lhes foi solicitado ou que deles foi esperado o pagamento de um suborno no ano passado, ao passo que a média europeia é de 4 %. 36 % dos cidadãos portugueses consideram que são atingidos pela corrupção no seu dia a dia. Na Europa em geral, quatro em cada dez empresas europeias consideram que a corrupção constitui um obstáculo à atividade empresarial.

Mais em http://ec.europa.eu/dgs/home-affairs/what-we-do/policies/organized-crime-and-human-trafficking/corruption/anti-corruption-report/index_en.htm.

Philip Seymour Hoffman (1967-2014)

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Os bons actores são aqueles que se dão inteiramente à personagem e que, ao mesmo tempo, conseguem mexer com a passividade do espectador. Philip Seymour Hoffman conseguiu sempre isso em todos os papéis que desempenhou. Quem o viu em Capote, em Doubt ou em Charlie’s War, por exemplo, percebeu que se estava perante um actor maior, diferente, e completamente apaixonado pela profissão.

30 anos de “Regresso ao Futuro” num Musical em Londres

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Para assinalar os 30 anos da saga “Regresso ao Futuro”, que se comemora em 2015, está em preparação um musical para os palcos de Londres. Os filmes mostraram ao mundo um jovem Michael J. Fox na pele de Marty McFly, ao lado de Christopher Lloyd, Crispin Glover e Lea Thompson. Para este musical, os produtores garantem que o evento vai retratar de uma forma diferente algumas das aventuras de Regresso ao Futuro. Mais em http://m.apnews.com/ap/db_268764/contentdetail.htm?contentguid=bBG3PIPr.